Cientistas descobrem acidentalmente que o leite materno pode ser a cura para o cancro!

Cientistas descobrem acidentalmente que o leite materno pode ser a cura para o cancro!

O cancro é uma triste realidade com que muitas pessoas têm que viver, quer sejam afectadas directamente ou indirectamente por ele. No entanto, têm havido imensos esforços para tentar descobrir a cura para este mal.

O cancro em si não é uma e apenas uma doença – é um grupo de doenças caracterizado pelo crescimento celular abrupto que se pode propagar para várias partes do corpo. Alguns dos sintomas são caroços, hemorragias e inexplicável perda de peso. No entanto, nem todos os tumores ou quistos são cancerosos – é preciso um bom diagnóstico para confirmar a presença de cancro.

Mais de 100 tipos diferentes de cancros já afectaram seres humanos e, de acordo com os moldes de 2015, os mais mortais são o cancro do pulmão, cancro do fígado, cancro do cólon, cancro do estômago e cancro da mama. Eis as estatísticas para o Reino Unido:

E as notícias para uma possível cura vêm da Suécia.

Um componente encontrado no leite materno, que foi agora apelidado de Hamlet, parece ter efeitos únicos nos pacientes com cancro. Alguns cientistas da Universidade de Lund foram investigar os efeitos do Hamlet em pacientes com canro na bexiga. Primeiramente, os pacientes que foram injectados com o composto começaram a expelir células mortas com o tumor através da urina em questão de dias!

Hamlet foi descoberto pela professora de imunologia Catharina Svanborg. Ela disse que foi um acidente, sendo que ela estava a utilizar leite materno porque é uma fonte rica em agentes anti-micróbios, pelo que ficou chocada:

“Para nosso espanto, quando adicionámos este composto do leite materno, as células afectadas com o tumor morreram. Foi uma descoberta acidental”, terminou a professora.

Quanto ao porquê de o leite materno conseguir destruir células cancerosas, a professora afirmou que se deve ao Hamlet – uma proteína que combate o cancro intitulada de alfa-lactalbumina. Esta proteína actua como um agente no estômago, sendo que ataca as células infectadas, deixando as saudáveis livres de perigo. Svanborg foi mais longe e apelidou o processo como sendo “mágico”.

Apesar de apenas terem experimentado isto para o cancro da bexiga, os médicos afirmam que isto também talvez possa ajudar pacientes com cancro intestinal ou mesmo cervical. Progressos, grandes progressos!